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O concreto polido em uma fábrica de processamento de alimentos deve atender aos requisitos de superfície não porosa compatível com o FDA e ser selado com densificante penetrante, não com acabamento superficial. Especifique um polimento de granagem 400 ou 800, preencha todas as juntas com epóxi ou poliureia de grau alimentar e estruture um protocolo diário de limpeza com detergentes de pH neutro e água quente a 60 a 70 graus Celsius. Os pisos devem resistir a gordura, sangue e condensação, e escoar para ralos com declive de 2 por cento. Espere uma verificação de escorregamento úmido de 48 horas antes da fábrica aceitar o piso.
Fábricas de alimentos operam molhadas, gordurosas e corrosivas. Açúcar, sal, sangue e ácidos ficam horas sobre o piso, e qualquer superfície porosa vira reservatório de bactérias. O concreto polido funciona porque a densificação fecha os poros até absorção quase zero, então os detergentes penetram a superfície em vez dos resíduos de comida. Coberturas de epóxi lascam sob tráfego de empilhadeiras e descascam; o concreto polido não descasca porque é a própria placa, endurecida e refinada.
Reguladores e auditores terceirizados percorrem o piso com luz-negra e fazem swabs. Uma placa lisa, não porosa e com juntas seladas passa nessas inspeções ano após ano. Um piso revestido falha assim que a cobertura lasca, porque embaixo está o mesmo concreto poroso que absorveu gordura por uma década. É por isso que mais fábricas de alimentos migram para o concreto polido em ampliações.
O Código de Alimentos do FDA e os requisitos de laticínios do USDA esperam um piso liso, durável e não absorvente, lavável sem delaminação. O concreto polido atende quando densificado até absorção de água abaixo de 1 por cento e terminado sem trincas ou juntas abertas. Nenhuma norma federal exige o concreto polido por nome, mas inspetores o aceitam quando os poros estão fechados e o sistema de juntas vedado.
Todas as juntas de controle devem ser cortadas com serra, limpas e preenchidas rente com epóxi ou poliureia compatível com alimentos. Ralos de piso ficam rentes à placa, e o piso tem declive de 1 a 2 por cento em direção a eles. Ralos quadrados são mais fáceis de limpar do que canais redondos, pois nenhum canto retém resíduos. Em zonas molhadas, escolha canaleta com grelha e cesto removível para a equipe de saneamento retirar sólidos diariamente.
Use água quente a 60 a 70 graus Celsius com detergente neutro ou levemente alcalino. Esfregue automaticamente com disco vermelho ou branco e depois aspire a água suja. Nunca deixe a água da lavagem evaporar no piso; ela deixa uma película que atrai gordura.
Uma vez por semana, use uma enceradeira com disco preto e desengraxante próprio para concreto. Preste atenção aos cantos dos ralos e sob os equipamentos. Os discos JOY-RFP-01 são usados no polimento inicial, não na limpeza diária; guarde-os só para turnos de retoque.
Percorra o piso com uma lanterna. Procure manchas atacadas por ácidos que ficaram parados, acúmulo de gordura ao redor dos ralos e rejuntamento trincado. Redensifique qualquer zona onde a água penetrar em 60 segundos. Anote a data e a zona; os auditores de saneamento pedem esse registro.
Usar detergentes ácidos em um piso alimentício polido é o caminho mais rápido para arruiná-lo. O ácido ataca a película do densificante, abre os poros, e o piso passa a absorver gordura em semanas. Outro erro é molhar demais com mangueira; água parada empurra sais para dentro da placa e causa eflorescência. Para retoques entre manutenções, os discos JOY-RFP-02 restauram o brilho sem remover material. Se a fábrica processa peixe, carne ou laticínios, estruture um cronograma de lavagem dedicado com o gerente de saneamento antes de especificar o piso. Para uma ficha técnica alinhada à sua linha de produtos, fale conosco pelo fale conosco.
Um piso polido em uma sala de processamento fica molhado por horas a cada turno. Especifique escorregamento úmido por pêndulo de pelo menos 36 PTV, medido após a lavagem do piso, não a seco. Um acabamento de grana 400 atinge esse número com folga; um de grana 800 precisa de um pouco de agregado exposto para ficar acima. Reavalie a cada trimestre de manutenção. Treine a equipe de saneamento na diferença entre esfregar e polir; passar a enceradeira em um piso molhado espalha gordura e deixa redemoinhos que só saem com re-polimento.
O concreto polido sobrevive em fábricas de alimentos quando densificado até absorção quase zero, com juntas preenchidas por material alimentar, limpo com química neutra e especificado na granagem certa para cada zona. Reserve 2 a 4 USD por metro quadrado ao ano para o programa de manutenção; uma cobertura de epóxi que falha custa 10 vezes isso em parada de produção. Trate o piso como parte do sistema de saneamento, não só como superfície de circulação, e ele dura 15 anos ou mais sem nova cobertura.
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